| Que a educação seja o processo através do qual o indivíduo toma a história em suas próprias mãos, a fim de mudar o rumo da mesma. Como? Acreditando no educando, na sua capacidade de aprender, descobrir, criar soluções, desafiar, enfrentar, propor, escolher e assumir as conseqüências de sua escolha. Mas isso não será possível se continuarmos bitolando os alfabetizandos com desenhos pré-formulados para colorir, com textos criados por outros para copiarem, com caminhos pontilhados para seguir, com histórias que alienam, com métodos que não levam em conta a lógica de quem aprende. (FUCK, 1994, p. 14 - 15) |
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
SOFTWARE: JOGO DA MATEMÁTICA
ESCOLA
CORA CORALINA
SÉRIE- 4 ANO -II Bimestre.
ÁREA
DE CONHECIMENTO:
Matemática -1° aula.
PROFESSORA-
Marivone Costa Oliveira Couto
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
· Conhecer as quatro operações
·
Reconhecer a operação aplicada
·
Fazer cálculos mentais para obter o
resultado
·
Prestar atenção ao enunciado
· Analisar
as sentenças matemáticas.
CONTEÚDOS:
·
As quatro operações matemática
·
Sequencia matemática
·
Raciocínio lógico.
SEQUENCIA
DIDÁTICA:
1º-MOMENTO-levar os alunos para o
laboratório de informática, informando-lhes que a aula será realizada neste
espaço.
Explicar
que iremos trabalhar com as quatro operações, através do JOGO DA MATEMÁTICA e que
precisam observar a operação que aparecerá no jogo, reconhecendo e identificando
para fazer os cálculos.
Qual
caminho percorrer para encontrar o resultado do cálculo efetuado?
2º
MOMENTO- O jogo será realizado em duplas. A dupla que concluir em primeiro
lugar e que todos os resultados estiverem corretos será premiada.
AVALIAÇÃO
DE PROCESSO:
Será avaliado, o desempenho das duplas, assim como a integração, o interesse, a participação e as estratégias utilizadas para alcançar os resultados matemáticos.
REGISTROS
RELEVANTES:
Sinopse do Software. No jogo o Rei, que se chama Apetite foi raptado pela bruxa chamada Anoréxica. Para salvá-lo as duplas terão que seguir o caminho até a casa da bruxa resolvendo as contas. Esta atividade servirá como instrumento para revisar conteúdos dados, as quatro operações. Sistematizar aprendizagem da unidade.
REFERENCIAS:
As Novas Tecnologias e a Formação do Professor: Por onde começar?
No atual contexto escolar, busca-se sempre o verdadeiro significado das Novas Tecnologias:
Como usá-las em sala de aula? Muitos conflitos permeiam os meus pensamentos, os quais me angustiam muito, e muitas vezes me deparo com tais questionamentos: Como preparar aula fazendo uso das Novas Tecnologias?
De que forma devo utilizar no meu planejamento? Fazer o quê? Como? De repente, sinto-me totalmente despreparada, com prática arcaica e a angustia cada vez mais, e ouço o grito ecoando: Você precisa ter intimidade com as Novas Tecnologias para tornar suas aulas atrativas, prazerosas, que encante e desperte no seu aluno o desejo de aprender.
Surge então o temor de não conseguir. E o que faço? Volto ao meu comodismo, fazendo o que melhor sei fazer, minhas velhas aulas expositivas, usando ferramentas que não me trazem inseguranças, livros, cadernos e a inseparável lousa e tudo fica como antes.
Inovar pra quê, se o que faço até hoje deu certo?
Inovar pra quê, se o que faço até hoje deu certo?
Até quando fugirei de um futuro tão presente?
Ficarei cega à vida toda?
O professor não é um eterno pesquisador?
Ficarei cega à vida toda?
O professor não é um eterno pesquisador?
Ao fazer uma retrospectiva, chego à conclusão de que há bastante tempo vem acontecendo essa discussão, desde a década de 80 que já vinha se discutindo as novas tecnologias na educação. Imaginem, então, quais eram essas novas tecnologias: O uso da Tevê educação, cassetes, discos, filmes e aqueles dispositivos acoplados as fitas magneto fônicas. Acreditem que o medo maior, até então, era de sermos substituídos pelas máquinas. E hoje ainda continuamos com medo? Só que um medo de não dar conta, de não saber como usar tais instrumentos.
Em pleno século XXI, os educadores insistem em nada fazer, ou será que a nossa insegurança, é medo de que esses tão sonhados e modernos equipamentos venham exercer um poder de fascínio a ponto de sermos totalmente trocados? Isso chega a ser um absurdo!
Acredito que em momento nenhum deixaremos de ter papel importante de orientador, mediador, conselheiro. A relação professor e aluno se faz necessária e nada poderá substitui-la, precisa ser uma relação dialógica. O grande mestre deixa marcas positivas quando quebra barreiras e vence os obstáculos que os separam, quebra a frieza e a indiferença que distanciam professor e aluno.
Nos dias de hoje, não se pode negar que nós professores temos mesmo fortes concorrentes, é lógico que o aluno sentirá vontade de estar navegando na internet, jogando um game interessante, ouvindo música no seu celular, que hoje nada mais é, que um computador de bolso, a ficar horas ouvindo o professor falar blá, blá, blá...
É fato que as novas tecnologias trouxeram grande impacto sobre a Educação, dando oportunidades de colocar em prática novas formas de aprendizado, de construção de conhecimentos. Portanto, não podemos fechar os olhos fingindo que nada aconteceu, a revolução trazida pela era da tecnologia é real, as informações chegam aceleradamente, e o beneficio também é real. Os meios de comunicação, a internet, assim também como as redes sociais, tem facilitado à vida da humanidade. Enfim, a contribuição da internet tem favorecido mudanças nas formas de se comunicar, escrever, ler, pesquisar. Poderia ser diferente na sala de aula?
Até quando as novas Tecnologias causarão impacto na Educação? Precisamos incorporar os recursos tecnológicos e trazê-los para a sala de aula, pois os mesmos favorecem novas estratégias de ensinar, possibilita aprendizagem significativa.
Sem dúvida nenhuma, para que aconteçam essas mudanças na Educação, depende muito mais de nós educadores interessados, curiosos e com vontade de inovar. Investir em formação, capacitação continuada de nada adiantará se não mudarmos a postura enquanto educadores, repetindo as mesmas didáticas e metodologias. A prática pedagógica tem que ser diferente, integrar o humano ao tecnológico, ampliando significativamente o papel do professor, de informador para orientador, facilitando todo o processo educativo. Se os alunos estiveram motivados, com certeza avançarão. O importante é aprender e não impor um padrão único de ensinar.
Diante de tantos avanços tecnológicos, o educador deve incorporar às suas práticas educativas as novas metodologias, pois a educação não pode mais viver do passado, negando a real existência das tecnologias, se não, estaria formando pessoas desconectadas da realidade na qual estão inseridas.
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